Histórias lesbitransviadas do RS - Benito Schmidt e Rodrigo Weimer

Histórias lesbitransviadas do RS - Benito Schmidt e Rodrigo Weimer

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Título: Histórias lesbitransviadas do Rio Grande do Sul 
Autoras e autores: Elisa Frühauf Garcia, Carlos Dias, Jandiro Adriano Koch, Marcus Vinícius de Freitas Rosa, Fabiano Barnart, Frederico Viana Machado, Camila Barbosa, Tiago Vidal Medeiros, Mozart Matheus de Andrade Carvalho, Fabrício Romani Gomes, Liane Susan Muller, Hack Basilone, Augusta da Silveira de Oliveira, Morgan Lemes, Caio de Souza Tedesco, Bruno Arthur Bernardy, Benito Schmidt, Rodrigo Weimer
Organizadores: Benito Schmidt e Rodrigo Weimer
Gênero: História LGBTQIA+, História do Rio Grande do Sul, ensaios
Capa: Gabriela Pires
Lançamento: maio de 2022
Dimensões: 14 x 21 cm
Acabamento: Brochura


 

Fora dos eixos - das experiências de gênero normativas e do espaço geográfico -, necessária e diversa como a comunidade que retrata, uma radiografia das histórias LGBTQI+ no Estado que se recusa a rever suas posições intolerantes e suas tradições fundadas no preconceito. Sem perder o encanto pelas possibilidades da vida, do afeto e do festivo encontro entre um e outro, e com rigor histórico, esta antologia é um marco nos estudos sociais do Rio Grande do Sul e um convite declarado e gentil para entender as dores e as delícias de ser quem se é.

“À medida que as novas gerações de historiadores se dedicam ao estudo daqueles que se recusaram a se conformar com a cis-heteronormatividade em outras partes do Brasil, estamos lentamente desenvolvendo uma compreensão mais ampla e complexa das diferentes maneiras pelas quais as pessoas transgrediram as normas sexuais e de gênero nas capitais e cidades menores em diversos estados.

Esta coleção de ensaios tanto confirma quanto oferece alternativas ao que os estudiosos aprenderam ao longo dos últimos trinta anos e revela singularidades regionais e locais. Fica evidente que existem muito mais diversidades nas maneiras pelas quais as pessoas desde o século XIX até o presente resistiram e se adaptaram às restrições sociais à sua liberdade sexual e de gênero.

Historicizar o preconceito social e o comportamento transgressor desde o século XIX até a ditadura militar, o período posterior da democratização e a emergência de um movimento político também nos permite compreender a mudança e a continuidade ao longo do tempo e as formas como os preconceitos e estereótipos que têm um alcance nacional são principalmente sentidos no cotidiano local.”

— James N. Green, Professor Titular de História do Brasil, Brown University